Pular para o conteúdo principal

Missa do 4° dia da Novena de Santo Antônio - Ewbank da Câmara



MISSA DO 4° DIA DA NOVENA - 7 de junho


COMENTÁRIO INICIAL

Com.: Mais uma vez reunidos em nome de Cristo! Vamos oferecer o Sacrifício Eucarístico e celebrar o 4° dia na novena de Santo Antônio, cujo tema é “Defensor da justiça”. A Palavra de Deus hoje nos ensina o que é a vida eterna que tanto desejamos o: é nossa união com Deus por meio do seu enviado, Jesus Cristo. Santo Antônio, na verdade, começou a viver a vida eterna neste mundo, porque estava todo mergulhado em Deus. E foi por causa do seu profundo conhecimento de Deus que se tornou um grande defensor da justiça, levantando sua voz contra os prepotentes e opressores. Acolhamos com alegria o nosso estimado Padre Luís Duque e a equipe de celebração com nosso canto! 


ANTES DAS LEITURAS

Com.: Ouçamos com atenção a Palavra que hoje Deus nos dirige!


PRECES

(Motivação espontânea pelo celebrante)

Com.: A resposta de nossos pedidos será: Senhor, escutai a nossa prece!

1. Para que a Igreja, no mundo inteiro, seja o sacramento da íntima união com Deus e da unidade do gênero humano, rezemos ao Senhor!

R.: Senhor, escutai a nossa prece!

2. Para que a vida em Deus seja a força dos Pastores da Igreja e de todos os fiéis, a fim que que o Reino de Deus possa começar neste mundo e se cumprir plenamente no outro, rezemos ao Senhor!

3. Para que o exemplo de Santo Antônio nos motive a trabalhar incansavelmente pela justiça, na defesa dos mais fracos, rezemos ao Senhor!

4. Por todos os que exercem cargos públicos, a fim de que a justiça seja a virtude a lhes inspirar as decisões e ações, rezemos ao Senhor!

5. Para que o conhecimento de Deus e de seu enviado traga vida a este mundo tão necessitado das coisas divinas, rezemos ao Senhor!


FATO DA VIDA DE SANTO ANTÔNIO

O povo daquele tempo também vivia esfolado pelos impostos exagerados e pela usura dos gananciosos. A grande massa de povo era dominada pela prepotência de alguns. Um desses aproveitadores do povo, era um tal de Ezelino. Suas garras de abutre enterravam-se na carne viva do povo. E assim atirou muita gente na cadeia, maltratou muitos pobres, roubou terra de muitos posseiros, destruiu cidades, e espalhou o terror por toda a parte. Santo Antônio o repreendeu duramente, ameaçando-o com castigos divinos. Ezelino quis vingar-se. Fingindo-se convertido, preparou um rico presente, e pediu aos seus aduladores que o levassem para Frei Antônio, com a seguinte ordem: "Se ele aceitasse o presente, eles deveriam matá-lo. Se, porém, recusasse, que o deixassem livre". Levaram o presente, certos de que ele iria cair na arapuca. Chegando ao convento onde morava o santo, cumprimentaram-no com sorriso fingido e ofereceram o presente dizendo: "Ezelino manda este humilde presente. Pede também que reze pela salvação eterna dele". Frei Antônio, certamente iluminado pelo Espírito Santo, respondeu: "Eu nunca aceitei presente que foi comprado com dinheiro roubado. Podem levá-lo de volta". 


ORAÇÃO PARA PEDIR TRABALHO

Santo Antônio, olhai compassivo para minha necessidade. Preciso de trabalho para cumprir o mandamento do Senhor. Preciso de trabalho para sustento meu e dos meus familiares. Fazei que eu encontre um trabalho digno, remunerado e honrado. Ajudai-me neste momento angustioso, vós que conhecestes o valor do trabalho, o sacrifício da fome e a alegria de um lar feliz. Amém.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Aborto? Que ou quem é o nascituro?

  Nascituro na 12a. semana de gestação  Nos últimos anos, o debate sobre o aborto tem assumido contornos polêmicos e político-partidários, não raro de matiz fundamentalista, que podem obnubilar o ponto decisivo da questão. A meu ver, esse ponto consiste em saber se o embrião ou o feto tem direitos inalienáveis por gozar da dignidade de pessoa humana . É verdade que o fenômeno do aborto envolve questões várias, como educação, distribuição de renda, cultura ou mentalidade de uma sociedade, saúde pública, abortos clandestinos com morte de mulheres (sobretudo pobres), direitos da mulher etc. Tudo isso pode e deve ser considerado. Muitas vezes olhamos para o fenômeno sem indagar por suas causas mais profundas, não raro radicadas em uma sociedade injusta, incapaz de oferecer condições de vida digna e de educação de qualidade para amplas parcelas da população. É verdade também que em tempos em que os valores morais entregues pela tradição se fragilizam, o senso dos limites ou d...

Instrução Dignitas Personae

  A dignidade da pessoa humana segundo a Instrução  Dignitas Personae  (2008) 1. Introdução A instrução Dignitas Personae, publicada pela Congregação para a Doutrina da Fé em 8 de setembro de 2008 e aprovada pelo Papa Bento XVI, trata de questões bioéticas relacionadas à origem e à dignidade da vida humana. Seu objetivo é orientar a reflexão moral diante das novas possibilidades oferecidas pelas biotecnologias, especialmente aquelas ligadas à reprodução humana, à manipulação genética e à pesquisa com embriões.  O documento procura formar as consciências e incentivar a pesquisa científica, desde que respeite a dignidade da pessoa humana, reconhecida desde a concepção até a morte natural.  A instrução dirige-se não apenas aos católicos, mas também a médicos, cientistas, legisladores e a todos os que procuram a verdade sobre a vida humana.  PARTE I Fundamentos antropológicos, teológicos e éticos 1. A dignidade da pessoa humana O p...

Lei moral natural

  A doutrina da lei moral natural ocupa um lugar central na ética de Thomas Aquinas . Para ele, a moralidade humana não é simplesmente resultado de convenções sociais ou decisões arbitrárias, mas possui um fundamento na própria estrutura do ser humano, criado por Deus e dotado de razão. A lei natural exprime, portanto, a participação da criatura racional na ordem da sabedoria divina. 1. A lei em geral segundo Santo Tomás Santo Tomás define a lei na Summa Theologiae (I–II, q. 90, a. 4) da seguinte maneira: “Lex nihil aliud est quam quaedam rationis ordinatio ad bonum commune, ab eo qui curam communitatis habet promulgata.” (A lei não é outra coisa senão uma ordenação da razão para o bem comum, promulgada por quem tem o cuidado da comunidade.) Essa definição contém quatro elementos essenciais: Ordenação da razão – a lei não é fruto de pura vontade arbitrária, mas de racionalidade. Direção ao bem comum – a finalidade da lei é sempre o bem da comunidade. Autoridade le...