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Mostrando postagens de abril, 2010

Maus exemplos e silêncio do clero impedem o despertar de vocações

. (20/4/2010) O bispo de Beja, D. António Vitalino, considera que “os maus exemplos de alguns ministros ordenados da Igreja e o silêncio e perplexidade de outros não ajudam no despertar das vocações”. O prelado assinala que os escândalos ganharam maior relevo precisamente no “Ano Sacerdotal”, que a Igreja dedica aos padres, mas acredita que “esta crise é de fermentação e de revigoramento” dos organismos eclesiais e da sociedade, refere em texto divulgado esta terça-feira. Depois de sublinhar que os apóstolos são os modelos inspiradores do anúncio da mensagem cristã, o bispo realça o testemunho de todos os que “em ambientes de hostilidade e perseguição” se dedicaram à transmissão dos valores evangélicos, sobretudo dos que morreram nessa missão. “Os jovens, as famílias e a sociedade precisam do bom testemunho daqueles que Deus chama para a missão da Igreja", o mesmo acontecendo com “aqueles que começam a discernir os sinais do seu chamamento”, sublinha D. António Vitalino. A men

A Divina Misericórdia

Estamos no tempo pascal. É, sem dúvida, um tempo de muitas graças e bênçãos. Cristo ressuscitou! O Senhor Deus tirou dos males da humanidade o grande bem da salvação. Do pecado tirou a graça; das trevas, a luz; da morte do inocente, a vida para os pecadores que dele se aproximam. Com efeito, Deus sabe realizar maravilhas. O salmo 118 ajuda-nos a celebrar a grandeza e a bondade de Deus neste tempo pascal: “ A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou. Não morrerei, mas ao contrário, viverei para contar as grandes obras do Senhor!” Tirar dos males o bem é próprio de Deus. Do enorme pecado – a morte de Jesus Cristo na cruz –, o Deus de misericórdia tirou a salvação para toda a humanidade. Sim; só poderemos entender esse modo de Deus agir se reconhecermos que ele é o Deus de misericórdia. Ele tem o coração ( cor ) voltado para os miseráveis ( miseri ). Os miseráveis somos todos nós, que caminhamos sob o peso dos nossos pecados. Somos miseráveis porque nã