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Mostrando postagens de junho, 2009

Revista CP Filosofia n. 18

Prezados leitores, Tenho a satisfação de informar-lhes que a Revista CP Filosofia , da Editora Escala Educacional, n. 18, traz um artigo meu sobre a proposta de Bento XVI no que concerne às relações entre fé e razão no Ocidente. A revista chegou às bancas esta semana, trazendo também muitos outros artigos interessantes. Padre Elílio

A Liturgia não é qualquer brincadeira

Padre Elílio de Faria Matos Júnior A Liturgia não é qualquer brincadeira. Se ela, deveras, tem um aspecto lúdico, pois que, como um jogo, tem suas próprias regras e não é algo que possa ser reduzido ao domínio do útil, sua grandeza, contudo, consiste em manifestar ao homem a beleza de Deus e de sua salvação. Daí a necessidade de a Igreja, depositária da Revelação, cuidar, sempre com renovado interesse, de que a Liturgia seja celebrada de tal modo que, por ela, a beleza de Deus se comunique à alma e à sensibilidade dos fiéis, arrebatando-os, de algum modo, do mundo do dia a dia para introduzi-los na esfera do sagrado, em que as razões do ser, do agir e do fazer encontram seu sentido derradeiro. Assim, a Liturgia não pode ser compreendida como uma celebração que o homem inventa e faz por si mesmo. Ela contém algo de maior. Uma Liturgia que não fosse celebrada como um dom não poderia, em última na análise, oferecer salvação alguma. Ela reduzir-se-ia a um culto narcísico, que colocaria o h

Evangelho do XII Domingo comum

Contemplar el Evangelio de hoy © evangeli.net Día litúrgico: Domingo XII (A) del tiempo ordinario Texto del Evangelio ( Mc 4,35-41): Un día, al atardecer, Jesús dijo a los discípulos: «Pasemos a la otra orilla». Despiden a la gente y le llevan en la barca, como estaba; e iban otras barcas con Él. En esto, se levantó una fuerte borrasca y las olas irrumpían en la barca, de suerte que ya se anegaba la barca. Él estaba en popa, durmiendo sobre un cabezal. Le despiertan y le dicen: «Maestro, ¿no te importa que perezcamos?». Él, habiéndose despertado, increpó al viento y dijo al mar: «¡Calla, enmudece!». El viento se calmó y sobrevino una gran bonanza. Y les dijo: «¿Por qué estáis con tanto miedo? ¿Cómo no tenéis fe?». Ellos se llenaron de gran temor y se decían unos a otros: «Pues ¿quién es éste que hasta el viento y el mar le obedecen?». Comentario: Rev. D. Antoni Carol i Hostench (Sant Cugat del Vallès-Barcelona, España) «Maestro, ¿no te importa que perezcamos?» H oy —en estos tiempos

A metafísica do "esse" e seu declínio epocal segundo Lima Vaz

A metafísica, ciência do puro inteligível, vigorou nos altos esforços especulativos de um Platão, de um Aristótetes, de um Plotino, de um Agostinho, e encontrou, segundo Lima Vaz, grande coerência na metafísica do existir ( actus essendi ) de Tomás de Aquino. A metafísica é a ciência dos fundamentos e, como tal, é postulada, segundo Lima Vaz, pelo dinamismo da inteligência humana, cuja identificação intencional com o ser em toda sua infinita universalidade (absoluto formal) reclama, em última análise, a posição do Absoluto real ( Ipsum Esse Subsistens ), fundamento de toda a realidade. [1] Isso equivale a dizer que, de acordo com o pensamento vaziano, a metafísica como ciência do fundamento real está inscrita no âmago da inteligência humana. No entanto, na modernidade, a metafísica entendida como ciência do ser em sua transcendência real , cedeu lugar a um entendimento do sujeito humano finito como instituidor de toda inteligibilidade. Se o esse em sua transcendência real é que er