Há momentos em que se tem a impressão de que a vida cristã contemporânea se tornou excessivamente ocupada consigo mesma. Multiplicam-se reuniões, planejamentos, projetos, estratégias pastorais, metodologias de gestão, técnicas de comunicação, iniciativas de visibilidade e eficiência. Em muitos ambientes eclesiais, parece haver uma preocupação constante com organização, desempenho e resultados. Em outros, observa-se uma forte centralidade da emoção religiosa: experiências afetivas intensas, entusiasmo devocional, busca de consolações espirituais e de sentimentos de pertença. Tudo isso possui seu lugar e sua legitimidade relativa. A Igreja, enquanto realidade histórica, necessariamente se organiza; e a experiência religiosa toca também a dimensão afetiva do ser humano. Contudo, permanece a pergunta: onde está o caminho da transformação interior? Onde está a busca silenciosa da união com Deus? Os grandes místicos cristãos recordam que o centro da vida espiritual não consiste nem na e...
Teologia, Filosofia e Diálogo entre Fé e Razão
Não entendi o nome do último autor recomendado. Será que dá para escrevê-lo aqui mesmo?
ResponderExcluirDesculpe. Acho que não fui claro. Foram mencionados 3 autores: Régis Jolivet, Étienne Gilson (Qual livro dele? Também não entendi!) e um terceiro, cujo nome eu não consegui ouvir. Obrigado!
ExcluirO terceiro autor é Henrique Cláudio de Lima Vaz, SJ. Seus livros são publicados pelas Edições Loyola. De Étienne Gilson, existe uma publicação em português: "A existência na filosofia de São Tomás".
ExcluirObrigado, padre! Lima Vaz é um dos grandes nomes do Catolicismo no Brasil! Não sei se ainda existe uma revista sobre filosofia que era editada por ele, nem se foi sequestrada pelo pessoal que acha que filosofia é uma modalidade de aeróbica! Grato pela dica!
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