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Conturbados tempos pós-conciliares...


http://www.sectorcatolico.com/2009/07/presentado-en-italia-un-nuevo-libro-que.html

Presentado en Italia un nuevo libro que pone en cuestión el papel de los teólogos tras la celebración del Vaticano II


23/07/09 El filósofo estadounidense Ralph McInerny acaba de presentar la versión italiana de su nuevo libro Qué salió mal en el Vaticano II ("What went wrong with Vatican II") en el que aborda la situación de la Iglesia Católica 44 años después de la celebración del último gran concilio ecuménico y el único que no ha tenido carácter dogmático en sus 2.000 años de historia.

Para el veterano profesor de la polémica Universidad de Notre Dame (Indiana, Estados Unidos), los principales problemas vividos por la Iglesia católica en los años que nos separan del Vaticano II no tuvieron su punto de arranque en el propio Concilio, sino en la publicación de la encíclica Humanae Vitae, explica en su blog el periodista Diego Contreras, antiguo corresponsal en Roma.


La oposición que encontró la encíclica –especialmente entre los teólogos- fue un hecho inédito en la historia de la Iglesia. El problema de fondo no era realmente la contracepción, sino la autoridad en la Iglesia y, con ello, la concepción de la misma Iglesia. ¿A quien hay que obedecer, al Papa que dice una cosa o a los teólogos que dicen la contraria?

A partir de entonces se difundió la idea de que la misión profesional de los teólogos era la de valorar y filtrar las enseñanzas del magisterio de la Iglesia, para ver si son aceptables o no. La prensa encontró en los teólogos disidentes del magisterio de la Iglesia unos aliados muy rentables: cada vez que el Vaticano hablaba, los medios podían contar con la opinión contraria (animando así la polémica). Los disidentes aparecían como héroes implicados en la lucha contra la opresión.

Según McInerny, esta situación solo empezó a cambiar tras la publicación del libro entrevista de Vittorio Messori con el cardenal Ratzinger Informe sobre la Fe, que apareció en 1985. Para entonces, el disenso estaba ya "institucionalizado" y muchos nuevos sacerdotes se habían formado en ese clima.

Comentários

  1. Em breve comentarei isso.
    Sanábio

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  2. O comentário do livro já revela a imaturidade de fé do autor quando pergunta se devemos ouvir o Papa ou os teólogos. Esta pergunta prova que ele não compreendeu corretamente as respectivas tarefas do Magistério e dos teólogos.
    A Humanae vitae e o Concílio Vaticano II não desprezaram a contribuição dos teólogos. Nunca a Igreja disse que a opinião teológica (mesmo no consenso) constitui a regra e a norma do ensinamento do Magistério. Quem garante a pureza e a veracidade do ensinamento magisterial é o Espírito Santo. Esta assistência divina é dada de modo especial ao Papa e aos bispos em comunhão com ele. O Magistério se serve da contribuição dos teólogos, mas (como recordou João Paulo II) “as opiniões teológicas não constituem a regra nem a norma do nosso ensinamento” (JP II: Encíclica Veritatis splendor nº 116).
    O Concílio Vaticano II afirmou que a ninguém é permitido rejeitar o ensinamento magisterial a respeito da regulação dos nascimentos : Gaudium et spes nº 51 (tema que depois Paulo VI aprofundou na Humanae Vitae com sua autoridade de sucessor de Pedro). Tratando da necessária resposta do Magistério sobre a questão da regulação da natalidade, Paulo VI explicou como se desenvolveu as opiniões dentro de uma Comissão criada por João XXIII para estudar o tema e que serviria de subsídios para o Magistério. Paulo VI explicou que as conclusões de tal comissão não poderiam ser definitivas (além de não haver pleno acordo de juízos, existiam critérios que se afastavam da doutrina moral da Igreja sobre o matrimônio, proposta constantemente pelo Magistério) : Humanae vitae nº 6 .
    Portanto, a resposta definitiva de Paulo VI foi um acontecimento perfeitamente legítimo e que retrata bem aquela missão específica do Papa de “apascentar o rebanho”.
    Na realidade, o autor deste livro revela uma imaturidade de fé ao não distinguir a missão do teólogo da missão do Magistério. Os Papas desejam a contribuição dos teólogos dentro daquela convicção da fé católica de que “o ofício de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo, isto é, foi confiado aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma” (Catecismo da Igreja Católica nº 85).

    Luís Eugênio Sanábio e Souza - Juiz de Fora -

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