A espécie "homo sapiens" não é a única do gênero "homo". O "homo neanderthalensis", por exemplo, é uma outra espécie do gênero "homo" e surgiu por volta de 500 mil anos antes de Cristo na Europa e na Ásia ocidental, mas foi extinta há cerca de 30 mil anos. Já o "homo sapiens" apareceu há 200 mil anos atrás na África oriental e dura até hoje. Nós mesmos o somos na sua subespécie "homo sapiens sapiens", a única que, do gênero "homo", sobrevive. Há 12 mil anos aprendemos a gerir a agricultura, o que foi uma grande revolução no nosso percurso sobre a face da terra. A partir da agricultura é que foram possíveis os primeiros povoamentos e, mais tarde, as grandes civilizações da Antiguidade. A cidade mais antiga do mundo é, provavelmente, Jericó (Oriente Próximo), cujos sinais de existência datam de 9 mil anos antes de Cristo.
No início do comentário ao Evangelho de João, S. Tomás de Aquino apresenta uma densa meditação sobre a contemplação de João Evangelista e sua relação com a teologia cristã, especialmente no que diz respeito à existência e natureza de Deus. Resumo articulado do trecho sobre a existência de Deus A existência de Deus é apresentada com base em quatro vias contemplativas, cada uma delas refletindo um aspecto da divindade e inspirando-se em diferentes tradições filosóficas: 1. A via da autoridade e do governo divino • São Tomás argumenta que a ordem e a finalidade observáveis na natureza exigem um princípio diretor. Como os seres irracionais não podem se orientar por si mesmos para um fim, deve haver uma inteligência suprema que os governa. • Essa soberania divina é expressa no termo Dominus (Senhor), e o salmista afirma: “Tu dominaris potestati maris” (Sl 88,10), ressaltando que Deus conduz toda a criação. • João, ao escrever que “Veio para o que era seu” (Jo 1,11), confirma...
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