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Ainda o "Programa Nacional de Direitos Humanos"

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Comentários

  1. Salve Maria Pe. Elílio!
    Pio XI ensinou que ninguém pode ser católico e socialista, ao mesmo tempo, e que catolicismo e socialismo são termos contraditórios (Encíclica Quadragésimo Anno).
    Nossa Senhora de Fátima disse que a Rússia espalharia seus erros pelo mundo.. o ateísmo o socialismo e a assim está sendo. Aqui no Brasil foram bispos da condenada Teologia da Libertação castrista que tem influência na CNBB que lançaram o PT, esse partido comunista "católico" que conseguiu colocar o Lula-lá. Agora o 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos do Governo Federal além de promover o aborto e o casamento homossexual (contrário a doutrina da Igreja Católica), ele proíbe a ostentação de símbolos religiosos em locais públicos.

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  2. O Governo laico é totalmente injusto quando agride a consciência religiosa do seu povo, afirma Arcebispo de Juiz de Fora


    SÃO PAULO, 25 Jan. 10 / 05:38 pm (ACI).- Em seu recente artigo “Os Direitos Humanos do Governo” Dom Gil Antônio Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora (MG), criticou severamente o Programa Nacional dos Direitos Humanos do governo Lula, denunciando as tentativas deste para obter a legalização do aborto e das uniões homossexuais afirmando também que em nome de uma pseudo laicidade, não se pode impor aos cidadãos um regime ateu, agressivo aos sentimentos religiosos, impedindo de todas as maneiras a prática e a expressão livre da fé: “É cruel ver que tudo isto vem embutido em pacote sobre o qual se escreve “Direitos Humanos” quando é justamente o seu contrário”, afirmou o prelado.

    “É notório o espanto que certos termos do recente Programa Nacional dos Direitos Humanos publicado pelo Governo Lula têm causado à população brasileira”, afirmou Dom Gil .
    Por outro lado, o Arcebispo se perguntava: “Como compreender que uma pretensa intenção de defender direitos humanos inclua a aprovação de leis abortistas? Onde está defendido o direito da criança que ainda se encontra no seio materno, de nascer, de viver e ter seus demais direitos reconhecidos?”.

    Criticando especificamente a incoerência do apoio do programa à tentativa da promoção de abortos legais no Brasil, Dom Gil indagava em seu artigo: “Como pode alguém condenar métodos agressivos do tempo do Governo militar e propor a prática de tortura ao agredir os corpos das criancinhas no ato abortivo, em determinados métodos, quando são literalmente dilaceradas até sem anestesia, ou simplesmente eliminadas com outros métodos como se o ser humano pudesse ser descartado como lixo?”.

    Depois de afirmar que os fins não podem jamais justificar os meios e recordando o fracasso que representou o marxismo em países onde o comunismo esteve presente por décadas e onde os direitos humanos também não foram respeitados, Dom Gil denunciou que “há de fato um engano em certas cabeças: desejar comparar marxismo com cristianismo. Entre as duas teorias que parecem sugerir semelhanças, há uma diferença determinante: enquanto Marx diz o que é teu é meu, Cristo prega: O que é meu é teu”.

    Mais adiante, o Arcebispo mostra sua profunda consternação sobre a proposta da legalização das uniões homossexuais e a equiparação destas com o matrimônio entre o homem e a mulher indagando:
    “Como pode alguém afirmar a defesa da família e provocar situações que ferem ao real conceito familiar, criando casamentos de pessoas do mesmo sexo, como se tudo fosse igual?”.

    “O Governo laico é justo quando ele defende o direito dos cidadãos de expressar livremente sua fé, mas é totalmente injusto quando agride a consciência religiosa do seu povo e desconhece a realidade histórica de sua gente, permeada de profundo senso religioso”, afirmava Dom Moreira perguntando também “Como pode o Governo, em nome de uma pseudo laicidade, impor aos cidadãos um regime ateu, agressivo aos sentimentos religiosos, impedindo de todas as maneiras a prática e a expressão livre da fé?”.

    “As medidas publicadas nas vésperas do Natal, dia sagrado para a grande maioria do povo brasileiro, não deixam de assustar a nós Bispos que ouvimos o Presidente da República afirmar de público, na Assembléia da CNBB de 2002, que jamais admitiria em seu governo qualquer medida que agredisse a fé cristã do povo brasileiro. (...) Como entender isto?”, finalizou o Arcebispo.

    fonte:http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18020 (ACI Digital)

    Obs.: Parabéns a S.Ex.ªRev.ma Dom Gil Antônio Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora (MG), por sua fidelidade a Lei de Deus e sua desfesa a nossa Santa Fé. Lucas Lima

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